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PHA: Esfoliação suave para uma pele lisa e radiante : A sua seleção de farmácia online

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O que é o PHA?

O PHA, ou polihidroxialcanoato, é uma família de poliésteres biodegradáveis produzidos naturalmente por microrganismos. Graças às suas excepcionais propriedades ecológicas, o PHA é frequentemente considerado como uma alternativa sustentável aos plásticos tradicionais derivados do petróleo. É sintetizado por bactérias quando estas são submetidas a condições de carência de nutrientes na presença de fontes de carbono em excesso.

Como é que o PHA é produzido?

A produção de PHA começa com a fermentação de matérias-primas renováveis, como a glucose, o óleo alimentar ou mesmo resíduos agrícolas. São utilizados microrganismos específicos, como a estirpe de bactérias Cupriavidus necator, para converter estes substratos em PHA. O processo pode ser ajustado para modificar a composição do polímero, o que afecta diretamente as suas propriedades finais, como a rigidez, a elasticidade e a degradabilidade.

Quais são os principais benefícios do PHA?

As vantagens do PHA são numerosas, tornando este material particularmente atrativo para uma variedade de aplicações. Ecologicamente benéfico, o PHA é totalmente biodegradável em ambientes naturais como o solo e a água do mar, decompondo-se em água, dióxido de carbono e biomassa. Além disso, a sua produção pode ajudar a reduzir os resíduos agrícolas, uma vez que pode ser fabricado a partir de subprodutos industriais ou agrícolas.

Em que sectores é o PHA utilizado principalmente?

O PHA é amplamente utilizado em vários sectores-chave devido à sua biodegradabilidade e biocompatibilidade. As embalagens, nomeadamente as alimentares, são um dos principais mercados para o PHA devido à sua capacidade de prolongar a vida útil dos produtos. O sector médico também beneficia da utilização de PHA no fabrico de dispositivos médicos, como suturas, sistemas de administração de medicamentos e implantes, uma vez que é naturalmente reabsorvível pelo corpo humano.

Quais são os desafios associados à utilização de PHA?

Embora promissor, o PHA apresenta desafios, nomeadamente em termos de custo de produção e de desempenho do material. O custo continua a ser relativamente elevado em comparação com os polímeros sintéticos tradicionais, em grande parte devido aos custos associados à fermentação e à extração do produto acabado. Em termos de desempenho, embora o PHA seja adaptável, pode necessitar de aditivos para melhorar determinadas propriedades, como a resistência ao calor ou a resistência mecânica.

Qual é a durabilidade do PHA?

A durabilidade do PHA é um dos seus principais trunfos. Este polímero não só é biodegradável, como também é produzido a partir de recursos renováveis, o que ajuda a reduzir a pegada de carbono da sua produção. Os esforços contínuos para otimizar os processos de fermentação e melhorar os rendimentos são essenciais para aumentar ainda mais a sustentabilidade do PHA.

O que é que o futuro reserva para o PHA?

O futuro da PHA parece promissor, com avanços contínuos nas tecnologias de produção e uma crescente consciencialização para as questões ambientais. As inovações no domínio da engenharia genética e da biotecnologia poderão reduzir os custos e melhorar as características do material, abrindo caminho a aplicações mais vastas e a uma adoção mais generalizada.

Como é que o PHA se compara com outros bioplásticos?

O PHA distingue-se de outros bioplásticos pela sua capacidade de se biodegradar completamente em vários ambientes naturais, incluindo o solo e a água do mar, sem deixar resíduos tóxicos. Ao contrário do PLA (ácido poliláctico), outro bioplástico popular, o PHA não requer condições de compostagem industrial para se decompor. Além disso, o PHA oferece flexibilidade em termos de propriedades mecânicas e térmicas, que podem ser ajustadas através da modificação da composição do polímero, enquanto o PLA tem propriedades mais fixas e menos adaptáveis.

Quais são os impactos ambientais do PHA?

O impacto ambiental do PHA é largamente positivo. A produção de PHA a partir de matérias-primas renováveis ajuda a reduzir os resíduos agrícolas e industriais. Além disso, ao ser biodegradável, o PHA minimiza a acumulação de resíduos plásticos nos aterros e nos oceanos, reduzindo os danos ambientais associados aos plásticos tradicionais. O ciclo de vida do PHA, desde a produção até à degradação, tem uma pegada de carbono significativamente mais baixa do que os plásticos derivados do petróleo.

Que tipos de PHA estão disponíveis e quais são as suas aplicações específicas?

Existem vários tipos de PHA, cada um com propriedades distintas adequadas a diferentes aplicações. Os dois principais tipos são o PHB (polihidroxibutirato) e o PHBV (polihidroxibutirato-co-valerato). O PHB é rígido e quebradiço, o que o torna adequado para produtos como embalagens rígidas e descartáveis. O PHBV, ao incorporar unidades de valerato, é mais flexível e menos quebradiço, tornando-o ideal para aplicações como filmes plásticos, sacos e certos dispositivos médicos que requerem maior flexibilidade.

Qual é o processo de fermentação para produzir PHA?

O processo de fermentação para produzir PHA envolve várias etapas fundamentais. Em primeiro lugar, desenvolve-se uma cultura bacteriana num meio rico em carbono, mas limitado em nutrientes essenciais como o azoto, o fósforo e o oxigénio. Esta limitação induz stress nas bactérias, levando-as a armazenar carbono sob a forma de PHA. Uma vez acumulada uma quantidade suficiente de PHA, as bactérias são colhidas e lisadas para libertar o polímero. O PHA é então purificado por extração e precipitação, resultando num material que pode ser utilizado para uma variedade de aplicações.

Quais são os actuais desafios tecnológicos na produção de PHA?

Os principais desafios tecnológicos na produção de PHA incluem a otimização das estirpes bacterianas e a melhoria dos rendimentos da fermentação. Atualmente, a produção de PHA é mais cara do que a dos plásticos tradicionais devido aos elevados custos associados às matérias-primas, aos processos de fermentação e de purificação. A investigação está a centrar-se no desenvolvimento de estirpes bacterianas geneticamente modificadas capazes de produzir PHAs com rendimentos mais elevados e propriedades melhoradas. Além disso, está a ser explorada a utilização de substratos de baixo custo, como os resíduos orgânicos, para reduzir os custos de produção.